DOR, DOLOR, PAIN, DOULEUR

                                                                                                                                                                                                       

Segundo o dicionario Michaelis Online:

dor1
sf (lat dolore) 1 Med Sensação desagradável ou penosa, causada por um estado anômalo do organismo ou parte dele; sofrimento físico. 2 Sofrimento moral. 3 Dó; pena, compaixão. 4 Remorso: A dor dos pecados. sf pl pop Os sofrimentos do parto. D. cansada: dor surda, nem forte nem aguda. D. ciática: nevralgia no grande nervo ciático, localizada geralmente na parte posterior dos quadris e às vezes em toda a perna. D. de alma: grande sentimento pelas desgraças próprias ou alheias. D. de barriga: enteralgia. D. de cadeiras: dor lombar ou sacrolombar. D.-de-canela: dor-de-cotovelo. D.-de-corno: dor-de-cotovelo. D.-de-cotovelo: despeito amoroso; ciúme. D.-d’olhos, pop: nome genérico de várias afecções oculares: conjuntivite, blefarite, tracoma etc. D. fulgurante: dor intensa e rápida. D. vagas: nevralgia errática. Dar dor de cabeça: dar aborrecimento. Tomar as dores por alguém: ficar uma pessoa sentida com ofensa feita a outra, assumindo-lhe a defesa; doer-se por.

Muitas são as traduções, e sinonimos para uma unica percepção: ALGO VAI MAL!

Existem os que digam: ” Ruim com ela, pior sem ela!” E é verdade a ausencia da sensação de dor fisica pode nos trazer tantos maleficios quanto a sua presença, vide exemplo diabeticos, que quando na ausência de sensação dolorosa, podem chegar ao extremo de amputações de membros ou segmentos devido a lesões  por compressões que não foram ” percebidas ou sentidas” e associadas a dificuldade de cicatrização caracteristica dos diabéticos e lavm a necroe e por conseguinte geram tais catastrofes.

As o fato é que independente da origem, local, intensidade, frequencia e duração, dor sempre é um sinal de alerta do corpo para informar que algo não está funcionando como deveria.

 É com esse sinal de alerta que lidamos quase que na totalidade do nosso cotidiano, como verdadeiros Sherlock Holmes, nós:  Fisioterapeutas,Terapeutas Manuais, Osteopatas, Quiropratas, Acunpunturistas, entre outros metodistas saimos a caça de pistas que levem as causas da dor para que cada um com a visão do seu método ou area possa então resolver ou ao menos aliviar esse grande  mas necessário mal.

Nesse momento, me vem a seguinte pergunta: Será que, estamos olhando na direção certa? Será que a grande pista que procuramos não está bem ali diante de nós? Não seria a nossa pérola a própria dor? Será que muitas vezes a fonte de dor não está entranhada nas suas próprias vias e portos (aferencias e eferencias e matrizes)?

Então me surgem novas perguntas:

Por que algumas vezes mesmo depois de ser cessado o agente causador a dor permanece?  Por que existe a dor fantasma?

Por que pessoas com mecanismos de lesão ou doenças semalhantes sentem dores diferentes?

Ou se sentem a mesma dor, por que respondem de formas diferentes ao mesmo tratamento?

São muitas perguntas e curiosidades para uma palavrinha tão pequena:DOR.

E esse é só o primeiro post dentro de muitos que abordaremos a famosa DOR.

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