Casa NOVA!

Pois é , fim de ano e mudando de casa!

Novo endereço:

catiadesouza.wordpress.com

 

Carpe Diem!

Até lá!

Cátia.

10/12/2011 at 4:31 PM Deixe o seu comentário

Curso de Anantomia Palpatoria – Prof. Lilian Junqueira

27/09/2011 at 11:29 PM Deixe o seu comentário

Curso Therapy Taping – Bandagem Terapêutica

(Conceito de Estimulação Tegumentar)

Lesões Ortopédicas e Neurológicas (Nível Básico)

Instrutor: Prof. Nelson Morini Jr.

Fisioterapeuta graduado e Pós Graduado pela UNIMEP (1988 e 1991 respectivamente) Mestre em reabilitação pela UNIFESP (2000), introdutor da técnica no Brasil, e atual Presidente fundador da Therapy Taping Association.

Público alvo: Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais e Educadores Físicos.

Data: 26 e 27 de novembro de 2011.

Local: Hotel Atlantico Copacabana Horário: 08:30 às 18 horas (almoço de 12 as 13:30h)

Investimento e Formas de Pagamento:

À vista R$ 550,00 (à vista)

O parcelamento pode ser feito da seguinte forma: Em 03 vezes, sendo 03 cheques no valor de R$ 200,00. Total de R$600,00

Datas dos cheques: 1) 30 de setembro de 2011, 2) 20 de outubro de 2011, 3) 15 de novembro de 2011.

Os alunos receberão um kit contendo 01 rolo de bandagem de cor aleatória, CD com apostila, 01 bloco para anotações, 01 caneta e 01 tesoura.

Será permitido somente fotos entre os alunos. Todo o material didático utilizado e fornecido no curso é protegido por direitos autorais e qualquer violação destes será passível de penalidades.

Maiores informações c_fisioterapia@hotmail.com

27/09/2011 at 11:25 PM Deixe o seu comentário

Curso Therapy Taping – Bandagem Terapêutica

Curso  Therapy Taping – Bandagem Terapêutica

(Conceito de Estimulação Tegumentar)

Lesões Ortopédicas e Neurológicas

(Nível Básico)

Instrutor: Prof. Nelson Morini Jr.

Fisioterapeuta graduado e Pós Graduado pela UNIMEP (1988 3 1991 respectivamente) Mestre em reabilitação pela UNIFESP (2000), introdutor da técnica no Brasil, e atual Presidente fundador da Therapy Taping Association.

Local: Hotel Atlântico Copacabana

Rua Siqueira Campos, 90. Salão Copacabana.

Data: 18 e 19 de junho de 2011.

Horário: 08h30min às 18 horas ( 01 hora de almoço )

 O aluno receberá um kit contendo 1 rolo de bandagem, bloco para anotações, e CD teórico/prático. 

Informações: (21) 87222571 – Renato ou  (21) 88028240 – Marcelo.

http://www.taping.com.br/site/

02/05/2011 at 7:56 PM Deixe o seu comentário

SOS Angelo – Desaparecido vivo após tragédia em Teresópolis

Amigos, estamos procurando o menino Angelo Lopes Maia de 4 anos que segundo informações foi retirado com vida dos escombros em teresopolis/RJ . O pai dele  Jonne B. Maia esta desesperado esperando noticias do filho. Se alguem souber de algo entrar em contato:  (21) 9317-5275 ou(22) 9949-6265.

Aos meus amigos da área da saúde peço que divulguem pois ha chance dele ter sido levado para algum hospital da região.

A mãe e a avó morreram na enchente.

Ajudem como puderem!

IP.

21/01/2011 at 1:51 PM Deixe o seu comentário

Curso de Neurodinâmica Clinica em São Paulo

Agora em Sampa!

 

Carpe Diem & Carpe Noche!

Cátia

16/11/2010 at 10:17 PM Deixe o seu comentário

Curso de Internacional Neurodinâmica Clinica

 

O conhecimento em neurodinamica é fundamental para terapeutas que lidam com dor “neurogênica” periférica , incluindo das raízes nervosas e dos nervos periféricos , associadas  ou não a distúrbios do sistema músculo esquelético.

Grieve – 1970 – ressaltou pela primeira vez a noção de sensibilização dos tecidos neurais na produção de sintomas.

NEURODYNAMIC SOLUTIONS (NDS) foca a integração da neurodinâmica ( conceito desenvolvido por Michael Schacklock), sobre o sistema músculo-esquelético e as interações entre a mecânica e a fisiologia do sistema nervoso.

Sua abordagem tem basicamente as seguintes características:

1) Associação da mecânica e fisiologia do sistema nervoso;

2)Associação da neurodinâmica com funções músculo esqueléticas;

3)Novo sistema para determinar o tipo e extensão de exame e tratamento com base na neurodinâmica e neuropatodinâmica

4)O conceito de sequencia neurodinâmica e as várias opções de avaliação e tratamento;

6)Novas categorias diagnósticas de disfunções específicas baseadas em neuropatodinâmica;

Em dezembro Michael virá ao Brasil e juntamente com Dan Pilderwarsser e Marcelo Viana ( instrutores credenciados do método) para novo curso. Esse trio vai queimar a mufa de todos mas a causa é nobre: NO PAIN!

Minha opinião:

Façam!

Usem a cabeça como para quedas: ABERTA!

 O conceito foi um divisor de águas na minha vida fisioterapêutica , risos, pois abre um leque enorme de opções.´

Quando eu uso????????? Everyday!

Mas preparem-se porque é hard!

Carpe Diem & Carpe Noche!

IP.

09/09/2010 at 10:35 PM Deixe o seu comentário

Dor Aguda – Fisiológica – Nociceptiva 1

Visto no post anterior, entende-se por nocicepção o processo de carreamento das informações de estímulos lesionais ou não da periferia para o SNC, falando assim parece super, mega, ultra simples né?! Mas só parece, pois para existir a nocicepção, há o envolvimento de muitos neuronios e interneurônios em seus muitos tratos e vias, assim como muitos receptores, nociceptores, neurotransmissores e  neuromoduladores, além de estruturas superiores como tálamo, córtex cerebral, sistema límbico, formação reticular, hipotálamo, etc.

Já deu para pereceber que a coisa não é muito simples né?! E que não envolve só aspectos fisico discriminativos como também aspectos sensitivos e emocionais.

Complexo? Pois é, mas o conforto é que isso é o que já é conhecido, sem levar em consideração tudo o que se descobre a cada dia: receptores, moduladores, áreas, enfim… Muito legal! Risos…

Mas de uma forma geral tudo começa em situações parecedidas com estas:

Ufa… Nem o que doi mais perder a Copa ou essas trombadas …

Pena que nem sempre tem essa trilha sonora, risos.

Frente ao estímulo nociceptivo, de origem mecanica ou termica, ou seja aquele que é capaz de ativar os nociceptores tem inicio a nossa viagem…

De maneira didática podemos dividir esse processo em 04 estágios:

1) Transdução: Corresponde a fase em que o estímulo( mecânicos, térmicos, substâncias algogênicas) despolariza os nociceptores.

2) Transmissão: De forma resumida corresponde ao carreamento da informação pelo neurônio sensitivo primário do ganglio dorsal para neurônio sensitivo secundário no corno posterior da medula. Formando o sistema nociceptivo ascendente composto pelos:

* Trato Espinotalâmico – TST – Talvez a mais importante via nociceptiva:

*Trato Espinoreticular – TSR

*Trato Espinomesencefálico – TSM

*Sistema pós sináptico da coluna dorsal – SPCD

*Sistema ascendente Multissináptico próprio espinhal – SAMP

Existem ainda sistemas nociceptivos especiais como o trigeminal e o visceral;

Além de sistemas nociceptivos supra espinhais com o envolvimento do tálamo, hipotálamo, formação reticular e sistema límbico, que participam no aspecto afetivo da dor.

3) Modulação: Corresponde a processos que facilitam ou inibem a transmissão. Poderndo ocorer de 02 formas:

- Por vias nervosas:

*Modulaçao segmentar:

= pelo bloqueio dos receptores ou neurotransmissores das fibras finas primárias;

= pela inibição da liberação desses transmissores

= pelo impedimento da transmissão nociceptiva – Teoria de Melzack e Wall,

* Modulação hetero segmentar:

= Feita pelos neurônios próprio espinhais, formando um sistema antinociceptivo endógeno;

* Modulação supra segmentar:

= diencefalo cortical, substancia cincenta periaquedutal, nucleo magno da raphe e nucleo adjacente, complexo subcoeruleus ;

= reduz pré sinapticamente a liberação de neurotransmissores nas terminações das fibras aferentes; além de inibir interneurônios excitatórios e excitar os inibitórios

- Modulação Neuroquímica: com destaque dos opióides endógenos, peptídeos não opiódes e neurotransmissores;

3) Percepção: Que corresponde ao processo de cognição da dor, tendo relação direta com as vivências anteriores, aspectos culturais e biopsicossocias.

De forma bem clara pela propria anatomia já é visível o envolvimento emocional nos processos álgicos.

Agora imaginem tudo isso acontecendo com o nobre jogador ali de cima…

Doeu…

To be continued…

Carpe Diem & Carpe Noche

Abraços,

IP.

13/07/2010 at 11:24 PM Deixe o seu comentário

Curso Mulligan Concept – Conceito Mulligan São Paulo

                                           

Jabá:

Aproveitem o

Próximo curos do Conceito Mulligan em São Paulo!

DATA: 09 a 12/setembro/2010

HORÁRIO: 08h as 18h

LOCAL: Century Paulista Flat

ENDEREÇO: Rua Teixeira Silva, 647 – Paraíso

INVESTIMENTO: R$ 1.200,00 a vista; parcelamento em 3x de R$ 440,00

Maiores informações

Marcelo Viana
e mail: marcelovmf@uol.com.br
Celular: 21-8802-8240

Confiram, o curso é ministrado pelos instrutores credenciados e com ampla experiencia clinica e didática.

Palmiro Torrieri, Dan Pilderwarser, Edelberto Gimenes.

Confiram!

Abraços

Carpe Diem & Carpe Noche!

IP.

11/07/2010 at 11:32 PM Deixe o seu comentário

Taxonomia da dor – Pain Terminology

 

Quem me conhece, sabe que toda vez que me falam de taxonomia eu sempre pergunto:” mas o que é taxonomia mesmo?” Risos…

Então como eu já me perguntei isso vamos a origem da palavra Taxonomia de acordo com Wikipédia:

Taxonomia (do Grego verbo τασσεῖν ou tassein = “para classificar” e νόμος ou nomos = lei, ciência, administrar), foi uma vez, a ciência de classificar organismos vivos (alfa taxonomia). Mais tarde a palavra foi aplicada em um sentido mais abrangente, podendo aplicar-se a uma das duas, classificação de coisas ou aos princípios subjacentes da classificação. Quase tudo – objectos animados, inanimados, lugares e eventos – pode ser classificado de acordo com algum esquema taxonômico.

Então taxonomia da dor refere-se a terminolgia usada pelos algesiologistas?! Yes! Especialistas em dor. É importante que todos usem as mesmas definições, para que todos se entendam. 

Aproveitando já vou citar minha ” inspiração”, na verdade minha referencia bibliográfica mesmo, risos, foi o artigo publicado na Pain em 2008, escrito por J.Loeser e R. Treed:  

“The kyoto protocol of IASP Basic Pain Terminology”. 

Nele estão as definições de dor, nocicepção, hiperalgesia e alodínea, além de dor neuropatica e nociceptiva, além de termos fisiologicos envolvidos no processo neural de dor. 

Estas modificações na nomeclatura de 1994 foram preparadas pela Força Tarefa em taxonomia do IASP em novembro de 2007 , após sua reunião em Kyoto. 

Dor: Foi mantida por ser considerada satisfatória enteão definição de dor:“Dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial ou descrita em termos que sugerem tal dano”.

Apesar da tentativa de se incluir a dor crônica como uma doença de amplo sentido, por não se considerar isto uma questão taxonomica. 

Nocicepção: Eis um dos termos fisilógicos que foram inclusos na terminologia, usado para descrever os processos neurais de codificação e processamento de estímulos nocivos, que não está integrado a terminologia básica do IASP,  porém na versão de 2008 foi introduzida uma sequencia hierarquica de termos fisiologicos que englobam várias características da nocicepção (estímulo nocivo, nociceptor, neurônio nociceptivo, nocicepção, estímulo nociceptivo, sensibilização central e periférica).

Entende-se como nocicepção o carreamento de informações lesionais da periferia para os centros superiores, não devendo portanto ser confundida com dor que é a percepção da nocicepção.

Mas uma pode existir sem a outra. Por exemplo, um paciente com anestesia do nervo mandibular para procedimento dentário tem nocicepção sem dor, enquanto o paciente com dor talâmica tem dor sem nocicepção.

lembrando que idaticamente a nocicepção pode ser dividida em 04 partes:

- Transdução

- Transmissão

- Modulação;

- Cognição.

Como nem toda lesão tecidual libera mediadores nociceptivos ou sensibiliza neuronios nociceptivos primários foi ” pinçado” o termo estímulo nociceptivo das publicações de Cervero e Merskey, que o usaram para definir o estimulo adequado para nocicepção visceral.

Portanto estimulo nociceptivo é aquele capaz de deflagrar nociceptores e são um tipo de estimulo nocivo.

Nociceptor é o receptor capaz de tranduzir e codificar um estímulo nocivo.

Estímulo nocivo é um evento que gera dano real ou potencial a um tecido

neurônio nociceptivo é um neurônio central ou periférico capaz de codificar estimulos nocivos.

Dor Nociceptiva: Dor desencadeada pela ativação de nociceptores por lesão em tecidos periféricos

O termo sensibilização é aplicado tanto para redução do limiar quanto a o aumento na intensidade da resposta a estímulos supralimiares, incluindo aumento no tamanho dos campos receptivos e da responsividade à estimulos sublimiares.

Sensibilização Periférica: “Aumento na responsividade e redução do limiar de nociceptores à estimulação de seus campos receptivos”.

Sensibilização Central: “Aumento na responsividade de neurônios nociceptivos do sistema nervoso central à estimulação aferente normal ou sublimiar”.

Dor neuropática:é gerada por lesão ou patologia do sistema somatosensorial, em seus elementos periféricos (dor neuropática periférica) ou no SNC (dor neuropática central). Pode ser classificada em “definida”, “provável” e “possível”.

Alodínea: Dor em resposta a estimulo não nociceptivo, ou seja, aquele incapaz de ativar os nociceptores.

Hiperalgesia: “Aumento na sensibilidade dolorosa.”

Limiar de dor: “Corresponde a mínima intensidade de um estímulo que é percebida como dolorosa”.

Nível de tolerancia a dor: “Corresposnde a intensidade máxima de um estímulo que evoca dor e que um sujeito está propenso a tolerar em uma determinada situação”.

Basicamente, o artigo era esse, vale ler na íntegra, pois explica algumas coisas de forma mais detalhada e traça um paralelo com a terminologia de 1994.

Mas ainda voltaremos a falar sobre todos estes itens, hummmm…

Carpe diem & Carpe Noche friends!

Abraços,

IP.

03/07/2010 at 7:49 PM Deixe o seu comentário

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IBSN: Internet Blog Serial Number 7-2906-2309-4
O homem deve saber que de nenhum outro lugar, mas apenas do encéfalo, vem a alegria, o prazer, o riso e a diversão, o pesar, o luto, o desalento e a lamentação. E por isso, de uma maneira especial, nós adquirimos sabedoria e conhecimento e enxergamos e ouvimos e sabemos o que é justo e injusto, o que é bom e o que é ruim, o que é doce e o que é insípido... E pelo mesmo órgão nos tornamos loucos e delirantes, e medos e terrores nos assombram... Todas essas coisas nós temos de suportar do encéfalo quando não está sadio... Nesse sentido, opino que é o encéfalo quem exerce o maior poder sobre o homem. — Hipócrates, Sobre a Doença Sagrada (Séc. IV a.C.)

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